Zumbido com
suas negrices
Vem a tempo provocando
discussão
Ti rou um samba e cantou
lá na casa da Dirce
Ou tro dia, dei xando
Muita gente de queixo no chão
E logo correu que ele havia
enlouquecido
Falando de coisas que
o mundo sabia
Mas ninguém queria meter a colher
O samba falava que negro
tem é que brigar
Do jeito que der pra se libertar
E ter o direito de ser o que é
Mole que vivido e sofrido
Não tem mais ilusão
Anda muito visado
Por não aceitar esta situação
Guarda com todo cuidado
E pode mostrar a vo cês
As marcas deixadas no peito
Que o tempo não quis remover
Zumbido, é negro de fato
Abriu seu espaço, não foi desacato
A troco de nada, só disse a verdade
Sem nada a temer
Zumbido, com suas negrices
Vem a tempo pro
vocando discus são
Ti rou um samba que
cantou lá na casa da Dirce
Ou tro dia, dei xando
mui ta gente de queixo no chão
E logo correu que ele
havia enlouquecido
Falando de coisas que o mundo sabia
Mas ninguém queria meter a colher
O samba fa lava que nego
tenha que brigar
Do jeito que der pra se libertar
E ter o direito de ser o que é
Moleque vivido e sofrido
não tem mais ilusão
Anda muito visado
por não aceitar esta situação
Guarda com todo cuidado
E po de mostrar a vocês
As marcas deixadas no peito
Que o tempo não quis remover
Zumbido, é negro de fato
Abriu seu espaço, não foi desacato
A troco de nada
Só disse a verdade sem nada a
temer
La -la -lá -ilá -i -lá
La -la -lá -ilá -lá
Gira -pirira -lá -là -lá -rá -lá -lá -ilá -ilá
La -lá -lá -ilá -li -lá
La -lá -lá -ilá -la -lá
La -lá -lá -ilá -lá -la -lá -lá -lá -lá
É isso aí, rapaziada, valeu!